Até à conclusão da transação, prevista para o segundo semestre de 2026 e sujeita às habituais aprovações regulatórias, ambas as empresas continuarão a operar de forma independente.
Após a finalização do processo, as marcas RE/MAX e Real manter-se-ão ativas, preservando as suas designações atuais. A RE/MAX continuará a operar sob o modelo de franchising, sem alterações aos acordos em vigor com franchisados e agentes.
As empresas sublinham que não estão previstas alterações ao funcionamento operacional. Os agentes manter-se-ão como profissionais independentes e as estruturas de franchising preservarão a sua autonomia.
A nova entidade posiciona-se como um potencial líder global em tecnologia aplicada ao setor imobiliário, combinando uma rede internacional com inovação tecnológica e um modelo operacional escalável.
Impacto em Portugal
Em Portugal, de acordo com a RE/MAX, o acordo reforça a solidez da rede e não terá impacto na atividade diária. “A operação junta dois modelos de negócio complementares, aliando a dimensão global e o modelo de franchising da RE/MAX à componente tecnológica avançada da Real”, refere Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX Portugal.
A empresa garante ainda que não haverá alterações na operação nacional. “A marca RE/MAX manter-se-á inalterada, bem como todos os acordos existentes com franchisados e agentes. Até à conclusão da transação, as duas empresas continuarão a operar de forma independente”, acrescenta o responsável.








