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Atualidade do franchising

RE/MAX: OFERTA DE ARRENDAMENTO AUMENTA 11%, MAS ESCASSEZ CONTINUA A MARCAR O MERCADO

RE/MAX: oferta DE arrendamento aumenta 11%, MAS escassez continua a marcar o mercado

Por: Redação

Num contexto marcado por elevada procura e escassez de oferta no mercado de arrendamento, a RE/MAX Portugal, rede líder no mercado nacional, registou, nos últimos 18 meses, um crescimento de 11% na oferta de habitação para arrendamento, numa comparação entre outubro de 2024 e abril de 2026. Este aumento foi maioritariamente impulsionado pelo segmento de apartamentos, refletindo a procura predominante por este tipo de solução habitacional.

Numa análise por tipologia, ao longo dos últimos 18 meses, as mais representativas foram os apartamentos T0 a T3 e as moradias T2 a T4. Apesar de algumas tipologias de apartamentos terem perdido peso relativo, verificou-se um aumento nominal da oferta em praticamente todos os segmentos, evidenciando um reforço global da disponibilidade.

? Oferta por tipologias

Outubro 2024

Abril 2026

Tipo

Tipologia

Peso (%)

Peso (%)

Apartamento

T0 / T1

22,7%

26,5%

T2

39,1%

37,1%

T3

30,3%

29,1%

T4

6,1%

5,8%

T5+

1,8%

1,5%

Moradia

T0 / T1

8,4%

8,6%

T2

19,7%

24,8%

T3

33,3%

32,6%

T4

22,3%

22,2%

T5

9,3%

7,8%

T6+

7,0%

4,0%

Distribuição geográfica desigual

A distribuição da oferta de arrendamento em Portugal continua a refletir assimetrias territoriais, com as zonas de maior densidade populacional a concentrarem a maior fatia da oferta disponível. De acordo com dados da RE/MAX, os distritos de Lisboa e Porto reforçaram o seu peso no período em análise, representando cerca de dois terços da oferta total da rede (67,8%), seguidos pelos distritos do Setúbal (7,1%), Braga (4,9%) e Faro (4,4%). Embora Setúbal e Faro se posicionem entre os cinco principais distritos em volume de oferta, os seus concelhos não figuram entre os 15 mais representativos a nível nacional, ocupando as posições 20.ª e 22.ª, respetivamente.

Assim, a oferta de habitação para arrendamento por concelho, nos últimos 18 meses, revela uma forte concentração territorial, com Lisboa a reforçar a sua liderança (de 27,7% para 29,3%) entre outubro de 2024 e abril de 2026. Cascais, Oeiras e Sintra registam ligeiros aumentos, enquanto o Porto perde peso relativo. Por sua vez, concelhos como Vila Nova de Gaia e Matosinhos ganham expressão, evidenciando uma redistribuição da oferta no interior das principais áreas metropolitanas.

? Top 10 concelhos em oferta de habitação para arrendamento

Concelhos

Outubro 2024

Abril 2026

Peso (%)

Peso (%)

Lisboa

27,7%

29,3%

Cascais

6,6%

6,9%

Porto

6,7%

5,5%

Oeiras

4,5%

4,6%

Sintra

3,2%

3,8%

Vila Nova de Gaia

2,0%

3,0%

Matosinhos

1,8%

2,3%

Braga

2,0%

2,1%

Odivelas

2,8%

2,0%

Loures

2,1%

2,0%

Ao nível dos preços, verificam-se diferenças relevantes em função de fatores como a localização, o estado de conservação e a tipologia dos imóveis. De forma geral, o preço por metro quadrado (m²) é superior em imóveis novos face aos usados, sendo também mais elevado nas zonas urbanas mais densas, refletindo a maior procura.

“Num mercado caracterizado por forte pressão da procura, manter e aumentar o volume de oferta disponível constitui um desafio significativo. Ainda assim, a RE/MAX dispõe de uma ampla bolsa de imóveis para arrendamento, incluindo oportunidades com ajustamentos recentes de preço. Julgo que temos contribuído ativamente para facilitar o acesso à habitação, apoiando diariamente milhares de famílias na concretização das suas necessidades habitacionais”, salienta Manuel Alvarez, presidente da RE/MAX Portugal.

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